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Nacional

Brasil aplica mais de 2 milhões de doses contra a gripe no início da campanha

31 de março de 2026
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Mobilização segue até 30 de maio, com vacinação gratuita pelo SUS. A prioridade é imunizar crianças, gestantes e idosos antes do período de maior circulação do vírusA Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou com alta procura nos postos de saúde. Com o início da mobilização e a realização do Dia D no último sábado (28/3), mais de 2,3 milhões de doses foram aplicadas nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. A vacinação é gratuita pelo SUS e segue até 30 de maio, com prioridade para crianças, gestantes e idosos. No Dia D, esse público concentrou 94% das doses aplicadas, de um total de 1,6 milhão em um único dia.
O Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses aos estados, quantitativo necessário para intensificar a imunização nos primeiros meses da campanha. A estratégia busca ampliar a proteção antes do período de maior circulação do vírus. A vacina está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em postos de vacinação organizados em locais de grande circulação de pessoas.
Em pronunciamento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, convocou a população para se vacinar e reforçou a importância da mobilização.

Não negue ao seu filho um direito que nossos pais não nos negaram. Vacinar é também um ato de amor à sua família. Vá até um posto de saúde para se vacinar, vacinar quem você ama e cuidar da sua saúde para que possamos viver um futuro mais seguro”, destacou.

Padilha falou ainda sobre o esforço da atual gestão para reverter as quedas históricas na cobertura vacinal. “Recebemos um país ameaçado pela volta de doenças que haviam sido erradicadas, mas que, por conta do descaso e do negacionismo, voltaram a preocupar. Em três anos, revertemos esse cenário. Com o apoio dos profissionais do SUS e das famílias brasileiras, ampliamos a vacinação em todas as 16 vacinas do calendário infantil”, concluiu.
Além dos grupos prioritários, a campanha contra a influenza também contempla trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, população privada de liberdade e outros públicos estratégicos. A imunização é fundamental para reduzir complicações, internações e óbitos causados pela influenza .
Quem pode se vacinar?
Público prioritário:

Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)
Idosos com 60 anos ou mais de idade
Gestantes

Demais grupos:

Puérperas
Povos indígenas
Quilombolas
Pessoas em situação de rua
Trabalhadores da saúde
Professores do ensino básico e superior
Profissionais das Forças de Segurança e Salvamento
Profissionais das Forças Armadas
Pessoas com deficiência permanente
Caminhoneiros
Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário para passageiros urbanos e de longo curso
Trabalhadores portuários
Trabalhadores dos correios
População privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas
Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independentemente da idade

Na Região Norte, a vacinação ocorre em período diferente do restante do país, em razão das condições climáticas e epidemiológicas, como altas temperaturas e umidade, que influenciam a dinâmica de transmissão do vírus.
Cenário epidemiológico
Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.
Idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades apresentam maior risco de complicações, internações e óbito. Priorizar esse público é fundamental para evitar casos graves e óbitos por influenza.
Acesse a estratégia completa da Campanha Nacional de Vacinação
Por: Amanda Milan

Assuntos Capa, Nacional
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