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Amazonas

Mostra ‘Olhar Indígena’ chega à terceira edição com exibição gratuita no Cine Teatro Guarany

16 de abril de 2026
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Produções realizadas por comunidades indígenas de Manaus serão exibidas neste sábado, destacando o protagonismo e o olhar de dentro para fora no audiovisual

FOTO: Divulgação/Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa

O projeto Cinema de Arte realiza, neste sábado (18/04), a terceira edição da Mostra de Cinema Olhar Indígena, com exibição gratuita a partir das 18h30, no Cineteatro Guarany, localizado na Villa Ninita, anexo ao Palácio Rio Negro, na avenida Sete de Setembro, 1.546, Centro de Manaus.

A programação promovida pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, é livre para todos os públicos e reúne curtas-metragens produzidos por indígenas, durante oficinas de formação audiovisual, realizadas em comunidades da capital amazonense.

Organizada pelo cineasta Diogo Ferreira, a mostra é resultado de um projeto contemplado em duas edições do programa Manaus Faz Cultura. A iniciativa tem como principal proposta levar a produção cinematográfica para dentro das comunidades, capacitando moradores para que contêm suas próprias histórias a partir de suas vivências e perspectivas.

Segundo o produtor e diretor geral do projeto e da mostra, Diogo Ferreira, o diferencial do projeto está justamente na construção de um cinema feito “de dentro para fora”.

“A ideia é que os próprios moradores sejam os agentes do audiovisual, trazendo o olhar da comunidade, e não um olhar externo sobre ela”, destaca Diogo Ferreira.

A programação reúne seis produções realizadas entre 2023 e 2024, em diferentes territórios indígenas, como o Parque das Tribos, comunidade Waikiru, Aldeia Gavião e Aldeia Três Unidos. Entre os destaques está o curta inédito na mostra “Mapinguari” (2023), que apresenta uma narrativa inspirada na mitologia amazônica a partir da perspectiva de jovens indígenas.

Também integram a exibição os filmes “Nusoken: Nosso lugar, nossa Waikiru” (2023), “Impacto” (2023), “A Caça” (2023), “Valentes” (2023) e “Tawa Hywi” (2024), compondo um panorama diverso de histórias, vivências e tradições.

FOTO: Divulgação/Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa

Sinopses dos Filmes

Mapinguari (2023 | 3 min): Um jovem descrente das lendas de seu povo desafia seus amigos ao propor uma prova de coragem envolvendo a entidade mitológica Mapinguari, questionando os limites entre crença e realidade.

A Caça (2023 | 4min53s): Um jovem indígena, obcecado pela caça, ignora os alertas sobre o protetor da floresta. Ao desafiar esses avisos, ele se depara com as consequências de suas escolhas.

Impacto (2023 | 2min32s): Durante uma caçada, um jovem encontra algo inesperado, um avião, e decide segui-lo, iniciando uma jornada que transforma sua visão de mundo.

Valentes (2023 | 4min02s): Um grupo de jovens compartilha histórias de visagens e acontecimentos misteriosos às margens de um igarapé, em uma disputa entre imaginação e possíveis verdades.

Nusoken: Nosso lugar, nossa Waikiru (2023 | 23min01s): O documentário apresenta a importância da escola de língua materna para a comunidade Waikiru, destacando identidade, educação e desenvolvimento coletivo.

Tawa Hywi (2024 | 14min14s): Produzido na Aldeia Gavião, o filme retrata o cotidiano e a cultura do povo Sateré-Mawé, evidenciando o protagonismo indígena na construção de narrativas audiovisuais.

Diálogo intercultural

Realizada no mês de abril, em homenagem ao período dedicado aos povos indígenas, a mostra chega à sua terceira edição consecutiva, consolidando-se como um espaço de visibilidade para produções independentes e comunitárias. Ao reunir indígenas e não indígenas na plateia, o evento promove o diálogo intercultural e valoriza a diversidade de narrativas presentes na Amazônia.

FOTO: Divulgação/Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa

Com entrada gratuita, a Mostra Olhar Indígena convida o público a conhecer histórias contadas por quem vive a realidade retratada, ampliando o acesso ao cinema e fortalecendo a produção cultural nas comunidades.

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