Comunidades da RDS Piguaçu-Puru e técnicos do Idam avaliaram manejo do pirarucu após produção de 60 toneladas em 2025.No sábado (14/03), moradores das comunidades Redenção e Supiá, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piguaçu-Puru em Tapauá (distante 449 quilômetros de Manaus), reuniram-se com técnicos do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) para avaliar o manejo do pirarucu. A pesca manejada rendeu cerca de 60 toneladas de pirarucu em 2025, conforme apresentado na reunião.
Reunião e participantes
A atividade foi conduzida por técnicos da Gerência de Apoio à Pesca e Aquicultura (Geape) do Idam e contou com a participação de 30 moradores das comunidades Redenção e Supiá, situadas dentro da RDS. O encontro teve como objetivo realizar a avaliação do manejo, etapa condicionante para a obtenção da autorização para a pesca do pirarucu manejado.
Objetivo e encaminhamentos
Segundo o engenheiro de pesca Flávio Ruben, a ação visou identificar e corrigir falhas no processo de autorização e aperfeiçoar a atividade manejada. “Nosso trabalho visa corrigir pequenos erros do processo de autorização e aperfeiçoar a atividade manejada. Este é um trabalho que já gerou renda e melhorias para cerca de 40 famílias da região, havendo a necessidade de realizar tal ação avaliativa”, descreveu o engenheiro de pesca.
Em 2025, as duas comunidades receberam autorização para captura de 1.200 indivíduos, o que gerou a produção de cerca de 60 toneladas de pirarucu. Conforme os técnicos, as avaliações periódicas são parte do procedimento para manter a autorização e acompanhar os resultados socioeconômicos da atividade.
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