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Nacional

Rendimento médio cresce 5,4% em 2025 e percentual de pessoas inseridas é o maior da série

8 de maio de 2026
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Resultados de pesquisa do IBGE, divulgados hoje, mostram que em 2025 a renda média teve trajetória positiva. E 67,2% das pessoas no País têm algum rendimento, o maior percentual desde 2019, quando o dado passou a ser considerado pelo institutoResumo•O rendimento médio mensal real de todas as fontes da população residente com rendimento no Brasil alcançou R$ 3.367 em 2025, ficando 5,4% acima do registrado em 2024;•Do total de 212,7 milhões de pessoas residentes no Brasil em 2025, 67,2% possuíam algum tipo de rendimento, o maior nível da série histórica da pesquisa e equivalente a 143,0 milhões de pessoas;•O rendimento médio habitualmente recebido de todos os trabalhos, em 2025, foi de R$ 3.560, o valor máximo registrado desde o início da pesquisa, com crescimento de 5,7% em relação a 2024 e de 11,1% em comparação a 2019, ano que antecedeu a pandemia.•A massa de rendimento mensal real de todos os trabalhos atingiu R$ 361,7 bilhões em 2025, o maior valor da série, com crescimento real de 7,5% frente a 2024 e de 23,5% em relação a 2019;•Com o resultado do último ano, somam-se quatro anos consecutivos de crescimento da massa de rendimento do trabalho a taxas anuais superiores a 6,0%;•O rendimento médio mensal real domiciliar per capita alcançou R$ 2.264, em 2025, o maior valor da série histórica da PNAD Contínua, com crescimento de 6,9% em relação a 2024 e de 18,9% frente a 2019;•O rendimento domiciliar per capita nos domicílios que recebiam o Bolsa Família, em 2025, foi de R$ 774, o que corresponde a menos de 30% do rendimento médio daqueles que não recebiam tal benefício;•Considerando o rendimento domiciliar per capita, em 2025, os 10% da população com os maiores rendimentos receberam, em média, 13,8 vezes mais do que os 40% com os menores rendimentos.• O décimo da população com maior rendimento domiciliar per capita detinha, em 2025, 40,3% do total da massa de rendimentos domiciliares, parcela superior à que possuíam os 70% da população com os menores rendimentos.
O rendimento médio mensal real de todas as fontes da população residente com rendimento no Brasil alcançou R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012. O resultado representa um crescimento de 5,4% em relação a 2024 e consolida o quarto ano consecutivo de expansão dos rendimentos no País, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (08).
Em comparação com o período pré-pandemia, o avanço é ainda mais expressivo: o rendimento médio de todas as fontes, que abrange os rendimentos provenientes tanto do trabalho quanto de outras fontes, ficou 8,6% acima do registrado em 2019 e 12,8% superior ao observado em 2012. Após as perdas verificadas durante a pandemia de COVID-19, especialmente em 2020 e 2021, a recuperação iniciada em 2022 se manteve de forma consistente até 2025.
Do total de 212,7 milhões de pessoas residentes no Brasil em 2025, 67,2% possuíam algum tipo de rendimento, o equivalente a 143,0 milhões de pessoas. Esse percentual é superior ao observado em 2024 e representa o maior nível da série histórica da pesquisa. Regionalmente, a Região Sul manteve a maior proporção de pessoas com rendimento (70,9%), enquanto Norte (60,6%) e Nordeste (64,4%) apresentaram os menores percentuais, apesar dos avanços registrados nos últimos anos.

O rendimento proveniente do trabalho continuou sendo a principal fonte de renda da população brasileira. Em 2025, 47,8% dos residentes tinham rendimento habitual do trabalho, o que representa uma variação positiva de 0,7 p.p. em relação a 2024, enquanto 27,1% recebiam rendimentos de outras fontes, como aposentadorias, pensões e programas sociais do governo, oscilando 0,6 p.p. frente ao ano anterior. O crescimento da população com rendimento do trabalho manteve a tendência observada desde 2021, ainda que em ritmo mais moderado do que nos anos imediatamente anteriores.
O rendimento médio mensal real habitualmente recebido de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.560 em 2025, alta de 5,7% em relação ao ano anterior, atingindo também o maior valor da série histórica. Em relação a 2019, o crescimento acumulado foi de 11,1%.
Assim como observado no rendimento de todas as fontes, as Regiões Nordeste (R$ 2.475) e Norte (R$ 2.777) registraram os menores valores para o rendimento habitual do trabalho, ao passo que as Regiões Centro-Oeste (R$ 4.133), Sul (R$ 4.026) e Sudeste (R$ 3.958), os maiores. Em relação ao ano de 2024, foi registrada elevação do rendimento habitual do trabalho em todas as Grandes Regiões, com destaque para as Regiões Centro-Oeste (9,5%) e Norte (8,1%). Na comparação com 2019, as maiores expansões também foram observadas nessas duas Regões, com crescimento de 19,5% na Centro-Oeste e de 19,8% na Norte. A Região Sudeste (7,2%), por outro lado, apresentou a menor variação do rendimento médio do trabalho no período.
A massa de rendimento mensal real de todos os trabalhos atingiu R$ 361,7 bilhões em 2025, o maior valor da série, com crescimento real de 7,5% frente a 2024 e de 23,5% em relação a 2019. Com o resultado do último ano, somam-se quatro anos consecutivos de crescimento da massa de rendimento do trabalho a taxas anuais superiores a 6,0%. Esse avanço foi impulsionado principalmente pelo aumento do rendimento médio do trabalho, além da expansão da população ocupada com rendimento, que chegou a 101,6 milhões de pessoas.
No que se refere às outras fontes de rendimento, aposentadorias e pensões seguiram como a principal categoria, alcançando 13,8% da população residente. Em 2025, 9,1% da população recebia rendimentos de programas sociais do governo, percentual que se manteve relativamente estável em relação a 2024, mas em patamar superior ao período anterior à pandemia. As Regiões Nordeste (15,8%) e Norte (13,7%) tinham os maiores percentuais de pessoas com rendimentos de programas sociais.

Dentre todas as categorias que compõem o rendimento de outras fontes, o item aposentadoria e pensão manteve-se como o de maior valor médio em 2025 (R$ 2 697), permanecendo próximo dos valores registrados em 2024 e 2019. O valor médio dos rendimentos de programas sociais do governo, incluindo programas das esferas federal, estadual e municipal, era de R$ 870 em 2025, similar ao valor observado em 2024 (R$ 875). Em relação a 2019 (R$ 508), o valor médio dos rendimentos de programas sociais do governo cresceu 71,3% no País.
O rendimento médio mensal real domiciliar per capita também atingiu valor recorde em 2025, ao chegar a R$ 2.264, com crescimento de 6,9% frente a 2024. Entre 2019 e 2025, a elevação acumulada foi de 18,9%. Em 2025, o rendimento de todos os trabalhos compunha 75,1% do rendimento médio mensal real domiciliar per capita, mantendo-se em patamar próximo do registrado no ano anterior. Os 24,9% provenientes de outras fontes se dividiam em rendimentos de aposentadoria e pensão (16,4%), que correspondiam à maior parte, mas também em rendimentos de programas sociais do governo (3,5%), aluguel e arrendamento (2,1%), pensão alimentícia, doação e mesada de não morador (0,9%) e outros rendimentos (2,0%).
As Regiões Nordeste e Norte apresentaram os menores valores de rendimento médio domiciliar per capita (R$ 1 470 e R$ 1 558, respectivamente), substancialmente abaixo do valor registrado nas demais Regiões: R$ 2 734, na Região Sul, R$ 2 712, na Centro-Oeste, e R$ 2 669, na Sudeste. Entre 2024 e 2025, a Região Centro-Oeste (11,3%) se destacou pelo crescimento do rendimento médio domiciliar per capita, ao passo que a Região Sul apresentou a menor variação (4,9%). Se comparado a 2019, as Regiões Norte (33,6%), Centro-Oeste (27,4%) e Nordeste (23,8%) apresentaram as maiores elevações do indicador, enquanto a Região Sudeste (14,1%), a menor.
Os domicílios beneficiados por programas sociais apresentavam rendimentos significativamente inferiores aos dos domicílios não abrangidos por esses programas. O rendimento médio mensal real domiciliar per capita nos domicílios que recebiam o Bolsa Família, em 2025, foi de R$ 774, o que corresponde a menos de 30% do rendimento médio daqueles que não recebiam tal benefício, cujo valor foi de R$ 2 682. Para os domicílios que recebiam o BPC-LOAS, o rendimento médio domiciliar per capita foi de R$ 1 218 e, entre aqueles que recebiam outros programas sociais, o rendimento médio foi de R$ 948. Considerando o total de domicílios que recebiam rendimento de algum programa social do governo, seja o Bolsa Família, o BPC-LOAS ou seja algum outro programa social, o rendimento médio domiciliar per capita foi de R$ 886, ao passo que aqueles que não eram abrangidos por programa social registraram um rendimento de R$ 2.787. Assim, os domicílios beneficiados por algum programa social do governo registravam, em média, um rendimento inferior a 1/3 do rendimento per capita dos domicílios não abrangidos por programas sociais.
Os indicadores de desigualdade mostraram estabilidade relativa em 2025. O índice de Gini do rendimento do trabalho foi estimado em 0,491, valor próximo ao de 2024 (0,487) e abaixo dos patamares observados nos dois anos que precederam a pandemia, quando tal indicador atingiu o máximo da série (0,506). Já o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita apresentou leve variação, passando de 0,504, em 2024, para 0,511 no último ano, mas permaneceu inferior ao nível registrado em 2019 (0,543) e em todo o período que precedeu a pandemia.
A análise da distribuição de renda indica que, embora a desigualdade tenha recuado em relação aos anos anteriores à pandemia, ela segue elevada. Considerando o rendimento domiciliar per capita, em 2025, os 10% da população com os maiores rendimentos receberam, em média, 13,8 vezes mais do que os 40% com os menores rendimentos. Além disso, os 10% da população com os maiores rendimentos detinham, em 2025, 40,3% do total da massa de rendimentos domiciliares, parcela superior à que possuíam os 70% da população com os menores rendimentos.

Assuntos Capa, Nacional
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